Escrevemos o stabi.li dentro de um escritório que estava rodando, para resolver o problema que estava doendo e nenhum sistema existente supria. 15 pessoas trabalham nele todo dia. O método é o GTD, do livro Getting Things Done, e o sistema começa pela etapa que toda casa abandona: capturar.
A maior parte dos sistemas resolve as três do meio, que são as fáceis de desenhar. A primeira e a última são as que decidem se alguém ainda vai estar usando aquilo em março. Nenhuma delas virou módulo à parte aqui: cada uma mora na tela em que o trabalho já acontece.
Um sistema que age sozinho é um sistema que você precisa vigiar, e vigiar sai mais caro do que ter feito na mão.
Microtarefa chega como sugestão, para você marcar. Arquivo vai para a pasta do cliente que ela reconheceu, e a resposta diz qual foi, para você corrigir na hora. Quando ela não tem certeza, para de adivinhar e pergunta.
Se ela errar, você responde desfaz e o que ela acabou de fazer volta atrás, sem abrir chamado e sem esperar suporte. Depois ela confirma o que desfez.
Cada coisa que ela faz entra num registro com quem pediu, o que foi feito e a hora. Serve para o dia em que você olhar uma tarefa e quiser saber de onde ela veio, e para mais nada.
Também não tem um plano com inteligência e outro sem, nem cota de consultas, nem módulo de IA cobrado à parte, nem teto de projetos ou de clientes. O mercado inteiro vende faixa: você paga por até tantas pessoas e até tantos projetos, e no meio do ano descobre que estourou os dois. Aqui você paga pelas pessoas que usam, e é isso.
Tudo incluído. Entra gente, sai gente, a conta acompanha no mês seguinte.